Perdidos nas entranhas do Palácio da Pena


Título:
Perdidos nas entranhas do Palácio da Pena (Escape Room)
Autor: Carlos Alberto Silva
Língua: Português
Destinatários: crianças do 3.º ao 6.º ano de escolaridade
Sinopse: Ao João, não lhe apetece nada ir numa visita de estudo ao Palácio da Pena. Até que o avô lhe conta que, quando tinha a idade dele, tinha andado por lá perdido por túneis e passagens secretas, a desvendar enigmas.
Vem ajudar o João e o seu amigo Luís a seguir os passos do avô nas entranhas do Palácio da Pena. E aproveita para conhecer uma joia do património nacional.
Aplicação usada: Formulários Google.
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Fairy Tale Quest Digital Escape Room


Título:
Fairy Tale Quest Digital Escape Room
Autor: Morgan Lockard (Campbell County Public Library – Adult / Teen Services)
Língua: Inglês
Destinatários: Todas as idades (no caso de não dominar a língua inglesa, usar o tradutor do navegador Chrome para verter para Português)
Sinopse: Sala de Fuga sobre o universo dos contos de fadas. Os participantes mais novos poderão realizar esta atividade com a ajuda de um adulto.
Aplicação usada: Formulários Google.
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Hogwarts Digital Escape Room


Título:
Hogwarts Digital Escape Room
Autor: Sydney Krawiec (Youth Services Librarian at Peters Township Public Library in McMurray, PA – EUA)
Língua: Inglês [para uma versão em Português (do Brasil), usar o tradutor integrado no navegador Chrome]
Destinatários: Fãs de Harry Potter
Sinopse: It is your first year at Hogwarts School of Witchcraft and Wizardry and you could not be more excited. You were just sorted into your dream house and you had dinner with your new classmates. It is time to head back to the common room and get to know your roommates.
As you head into the cozy room, the house prefect announces that you have a fun team building activity to complete before you get too settled into your new digs. The house prefect tells you about a new muggle trend where they lock themselves in rooms and have to answer puzzles to get out – no magic at all!
Aplicação usada: Formulários Google.
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O kamishibai: uma arte japonesa de contar histórias

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O «kamishibai» é um dispositivo inventado no Japão para contar histórias com imagens. O termo significa literalmente «teatro de papel».
É constituído por uma estrutura em madeira, chamada «butai», dentro da qual correm folhas de cartão com as ilustrações da história, na frente, e o texto correspondente, no verso.
Vulgarmente, aponta-se como origem do «kamishibai» os «emaki», rolos de papel ou seda com narrativas ilustradas, surgidos no séc. VIII. No entanto, de acordo com a investigadora norte-americana Tara M. McGowan, a sua origem é (muito) mais recente.
Terá surgido da remistura de diversos dispositivos: os «emaki» japoneses, mas também a «lanterna mágica» e o teatro de papel ocidentais.

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Construção de um teatro de papel a partir de uma caixa de cartão canelado

A primeira coisa a providenciar é uma caixa de cartão canelado. A que foi usada neste tutorial tem 40 cm de frente, 23 cm de fundo e 33 cm de altura. Serviu para acomodar embalagens de lexívia doméstica. Este formato é adequado para cenários em tamanho A4. Os restantes materiais são: régua, lápis, x-ato, tesoura, cola de contacto, tinta de água de cor preta, trincha de pintura, cola branca para madeira e uma cartolina de fantasia. As barras de suporte para os cenários são “paus de espetada” com 40 cm de comprimento. Continuar a ler

Dispositivo de fusão entre o teatro de papel e o kamishibai

Após várias experiências, acabei por conceber este dispositivo de narração / apresentação de histórias, que reúne características do teatro de papel e do kamishibai (em formato A3). Pode ser usado com ambas as funcionalidades, separadas ou em simultâneo. é composto por dois módulos, um horizontal (palco) e outro vertical (kamishibai).

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Tsuru no ongaeshi – O grou agradecido

Mukashi mukashi… (era uma vez), há muito, muito tempo, numa terra distante, vivia um jovem camponês, pobre, mas trabalhador. Um dia, enquanto lavrava um campo, um grou branco desceu das alturas e caiu no chão, a seus pés.
O jovem reparou que a ave tinha uma seta espetada numa das asas. Compadecido, removeu a flecha e tratou do ferimento. Verificando que, graças aos seus cuidados, o pássaro estava capaz de voar novamente, levantou-o ao ar, dizendo:
– Podes ir, mas tem cuidado com os caçadores.

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